Se o dinheiro for a sua esperança de independência, você jamais a terá. A única segurança verdadeira consiste numa reserva de sabedoria, de experiência e de competência.
DEDICO ESTE BLOG A UM GRANDE AMIGO (IN MEMORIAN) PARAGUASSU PEREIRA FARIAS.
TODAS AS POSTAGENS, SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DO AUTOR DO BLOG, EXCETO MATÉRIAS COM FONTES CITADAS.
LEANDRO DUARTE
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Data de nascimento: 04/04
Apresenta o programa Rota 88, de segunda à sexta das 06h às 8h.
MARCELO GUIMARÃES
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VLADIMIR SILVA
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Apresenta o programa Expresso do Som, de segunda a sexta das 12h às 16h e Domingo Show, aos domingos de 13h às 18h.
DANIEL BORGES
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J. SILVEIRA
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Data de nascimento: 13/03
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BERTOLDO LAUER FILHO
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MAURÍCIO CARDOSO
Natural de Porto Alegre/RS
Data de nascimento: 04/09
Programador Comercial / Recepção
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Natural de Novo Hamburgo/RS
Data de nascimento: 15/04
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MESTRE BELEZA
Nome: Jorge Valter Müller
Natural de Novo Hamburgo/RS
Data de nascimento: 29/08
Programador/Gravação de Comerciais, e apresentador do programa O Som do Sul, aos domingos das 08h às 13h.
NOÉ CARDOSO
Natural de Novo Hamburgo/RS
Data de nascimento: 11/09
Diretor Geral
BÁRBARA SCHULTZ
Natural de Balneário Camburiú/SC
Data de nascimento: 12/05
Assistente comercial.
EM OUTUBRO.......O NOVO CD DE MANO LIMA PELA GRAVADORA VERTICAL....UM TRABALHO DE FUNDAMENTO.....CONTENDO MUSICAS INÉDITAS...COM A MARCA REGISTRADA DE MANO LIMA.
PROCURE EM SUA LOJA PREFERIDA.....O NOVO CD DE MANO LIMA.....
EM OUTUBRO..........O CD REGIONAL MAIS ESPERADO DE 2.012
MANO LIMA....EM TODAS AS LOJAS E VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO.
Nelson
Marconi Trindade nasceu no dia 25 de abril de mil 952, no bairro
Partenon, em Porto Alegre. Bairro este que lhe proporcionou a sua
primeira manifestação num microfone. Era ele que apresentava os
times que jogavam futebol de rua em um campeonato do bairro. A idéia de
ser radialista surgiu no ano de 64, aos 12 anos, quando ele assistia
aos programas “Show do Gordo” e “Rádio Teatro Colgate Palmolive”, “Café
da Tarde”. Marconi foi de tudo antes de ser radialista. Foi motorista de
táxi, atendente de livraria, vendedor de seguros, “milico”,
“desempregado padrão” e foi jogador de futebol em um clube do interior
do estado.Serviu no exército no início dos anos 70, onde também teve
algumas experiências no microfone. Marconi pegava prática fazendo as
chamadas da coorporação. Com 21 anos, já apresentava desfiles, como o
antigo Miss Umespa e o Miss Rio Grande do Sul. Numa certa segunda-feira,
no princípio dos anos 80, iniciou a profissão de forma inusitada na
Rádio Guaíba.Sua experiência em microfones e em lidar com o público,
deve-se em grande parte à experiência que viveu em emissoras de circuito
fechado, ainda na década de 80, pouco conhecidas em Porto Alegre: Rádio
Mercado e Rádio Rodoviária. Corajoso, encarou uma proposta de trabalhar
no interior do estado mesmo sem ter experiência para isso. Mas foi a
Rádio Gazeta de Carazinho, no ano de 83, que lhe deu o impulso para o
sucesso, quando retornou à capital. Consagrado no horário da manhã,
Marconi fazia parte de um elenco de primeira linha na Rádio Universal
FM, no ano de 1984.A forma extrovertida e talentosa de fazer FM, o levou
logo em seguida para uma rádio que sempre foi primeiro lugar no
interesse do público. Mas que continuava com uma deficiência no primeiro
horário. Quarenta e cinco dias foram necessários para que Marconi
levasse a Rádio Cidade, ainda pertencente ao Jornal do Brasil, ao
primeiro lugar no Ibope, no horário da manhã. Cada vez mais apaixonado
pela profissão, Marconi passou a fazer AM e FM ao mesmo tempo,
trabalhando nas rádios Atlântida FM e Princesa AM, nos anos de 87 e 88.
Depois disso muita coisa aconteceu em sua carreira. Emissoras de grande
porte ainda o contrataram. Na data desta entrevista, Marconi estava no
ar pela Rádio Pampa AM, de Porto Alegre.
Essa entrevista foi realizada nos estúdios de rádio da Famecos no dia 18 de setembro de 2000.
Nelson Marconi estava internado desde o dia 4 para tratar o câncer
Foto:
Marcelo Oliveira / Agencia RBS
O velório do comunicador Nelson Marconi está marcado para a manhã de
hoje no Crematório e Cemitério Parque Saint Hilaire de Viamão, na
Avenida Senador Salgado Filho, 2980. A partir das 11h, os fãs e ouvintes
que quiserem fazer uma última homenagem ao radialista podem comparecer
ao local. A cremação está prevista para as 14h. Nelson Marconi morreu por volta das 22h de ontem,
aos 60 anos, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre, onde estava
internado desde o dia 4, para tratar um câncer. Com mais de três décadas
de rádio, Marconi passou por emissoras como a Rádio Cidade, a Atlântida
FM e a Farroupilha, do Grupo RBS.
TIVE A OPORTUNIDADE DE TRABALHAR COM O MARCONI NA RADIO PAMPA, POR 2 ANOS .......GRANDE PROFISSIONAL E EXCELENTE COLEGA. SIGA EM PAZ, MEU IRMÃO !!! OS ANJOS CUIDARÃO DE TI..
E NO CÉU, SE OUVIRA UMA VOZ DIZENDO: VEM AI ............O GRANDE NELSON MARCONI.
NA PASSARELA DAS PESSOAS ILUMINADAS E DE CARÁTER.....VEM AI.......NELSON MARCONI TRINDADE.
Silvio Roberto Gugu Streit está há 20 anos na Farroupilha, onde
chegou por convite de Sérgio Zambiasi. Tem passagem pelas rádios
Progresso, de Novo Hamburgo, e Capital, de Porto Alegre. Apaixonado por
rádio, vive a Farroupilha 24 horas por dia e apresenta os programas
Comando Maior, Farroupilha.Ligou.Pediu.Tocou, Amigos da Farroupilha,
Domingão Farroupilha e Show de Sucessos. À frente do Comando Maior, traz
diariamente para os ouvintes notícias, diversão, prêmios, fé e muita
solidariedade. Para ele, o trabalho realizado no programa é uma
demonstração de amizade que aproxima as pessoas. O apresentador diz que
aprende todos os dias e sempre quer conhecer o ouvinte e melhorar sua
vida. Essa é a grande herança que recebeu de Sérgio Zambiasi. Gugu
nasceu em Taquara, no dia 20 de setembro de 1966.
GUGU STREIT APRESENTA DIARIAMENTE NA RADIO FARROUPILHA , DAS 11:00 AS 15:00 HS, O "PROGRAMA DO GUGU" , ALEM DE SER COLUNISTA DO JORNAL DIARIO GAUCHO .
"DE POA A MANAUS" , A NOVA DO BRILHA SOM , E UMA DAS MUSICAS DE BANDA MAIS EXECUTADAS NA RADIOS ATUALMENTE. POR ISSO O BRILHA SOM E CONHECIDO COMO A "FABRICA DE SUCESSOS". VEM AI O NOVO CD DO BRILHA......EM OUTUBRO, EM TODAS AS LOJAS E VEICULOS DE COMUNICAÇAO.
O JORNAL DO ALMOÇO DE HOJE , DIA 01/08 , VEICULOU EM SEU ENCERRAMENTO O NOVO CLIPE DO BRILHA "DE POA A MANAUS". EM UM TRABALHO CONJUNTO DA DIVULGAÇÃO POA E A BANDA, FOI POSSÍVEL CONCRETIZARMOS A TEMPO A EDIÇÃO DO CLIPE , A FIM DE QUE O J. A. PUDESSE LEVAR AO AR NO DIA DE HOJE. DEIXO AQUI REGISTRADO AS PESSOAS DA PRODUÇÃO E DA EDITORIA CHEFE DO JA, QUE NOS DERAM A FORÇA E A ATENÇÃO NECESSÁRIA, NESTE PROGRAMA QUE E A MAIOR AUDIÊNCIA DA REGIÃO SUL. MAIS UMA CONQUISTA DA DIVULGAÇÃO DA GRAVADORA VERTICAL POA.
NESTA SEXTA , DIA 20/07 , O NOVO DVD DE VALDOMIRO MAICA, FOI VEICULADO NO JORNAL DO ALMOÇO. "FRONTEIROS", AO VIVO JÁ ESTA A VENDA EM TODAS AS LOJAS DO RAMO OU EM WWW.GRAVADORAVERTICAL.COM.BR.
PARA QUEM GOSTA DA BOA MUSICA MISSIONEIRA, UMA ÓTIMA DICA PARA O DIA DOS PAIS.
O
14bis foi criado no final do ano de 1979, por músicos que já se
conheciam e alimentavam a idéia de ter uma banda brasileira nos moldes
daquelas bandas internacionais que tanto influenciaram e emocionaram
seus integrantes.
Beatles, Rolling Stones, Deep Purple, Yes, Led Zeppelin, Pink Floyd entre muitas outras.
Mas a influência não se resume a música criada fora
do Brasil. O “Clube da Esquina” foi para todos do 14 a prova que
poderia ser criada no Brasil uma nova Música Brasileira original,
popular e ao mesmo tempo sofisticada .
Antes da fundação do 14bis era diante desse
caldeirão musical que seus futuros integrantes sonhavam em gravar suas
canções e atingir o sucesso. Enquanto isso não era possível trabalhavam
cada um junto a um grupo ou artista diferente, sempre buscando o
amadurecimento musical e profissional (Flávio e Magrão estavam no
“Terço”, Hely e Vermelho no “Bendegó” e Cláudio com Lô Borges).
Naqueles anos o Brasil ainda em processo de
redemocratização era um país onde a formação de uma banda era vista com
desconfiança pelas gravadoras. Foi com o aval de Milton Nascimento
(produtor do primeiro disco) que o 14 foi contratado pela multinacional
EMI Odeon para gravar o 14bis I, disco que rapidamente galgou as paradas
com canções como Natural e Canção da América, esta uma inédita de
Milton Nascimento e Fernando Brant.
No ano seguinte foi lançado o disco 14bis II, disco
considerado clássico da banda com inovações harmônicas, vocais e
instrumentais trazendo mais sucesso e afirmação no cenário musical
brasileiro para o 14bis. Neste disco se destacam músicas como Planeta
Sonho, Nova Manhã, Caçador de Mim, Bola de Meia entre outras. Em 1981
foi lançado o “Espelho das Águas” disco onde a banda apresentou novos
ritmos e arranjos como pode-se notar em “Mesmo de Brincadeira “ um
country mineiro ou “A qualquer Tempo “ um barroco mineiro, além de
apresentar mais um
clássico inédito de Milton e Brant, “ Nos Bailes da
Vida ".
1982 veio com “Além Paraíso” gravado depois de uma
viajem aos EUA onde a banda comprou o melhor equipamento existente à
época, fato que ajudou a aprimorar ainda mais a sonoridade do disco. O
grande hit foi “Linda Juventude”.
Em 83 saiu “A Idade da Luz” quinto disco em menos de cinco anos, com mais um grande hit “Todo Azul do Mar”.
Aí veio o sexto disco onde o 14 experimenta e flerta
com a new age (movimento musical britânico). Novas parcerias musicais e
estéticas mostram que “A Nave Vai” é multifacetado desde a capa ao
conteúdo. Canções como “Nuvens”, blues como “Figura Rara” e a new age
“Outras Dimensões” traduzem a inquietude musical e a busca incessante do
novo pelos seus integrantes.
O sétimo disco é o último disco de canções inéditas,
composto e gravado com a formação original da banda e marca a saída de
Flávio Venturini do 14bis para a melhor condução de uma carreira solo
que já havia rendido 2 discos paralelos ao trabalho da banda . A
parceria com Renato Russo em “Mais uma Vez” é um grande sucesso desse
trabalho.
Naquele mesmo ano de 1987 foi gravado o primeiro
disco ao vivo do 14bis “14bis ao Vivo” ainda com a formação original.
Já nos anos 90 o 14 lança “Quatro por Quatro”, disco
raro no mercado que apresenta músicas como “Romance”, “O Fogo do teu
Olhar”, “Dona de Mim” entre outras.
O décimo disco é também o primeiro gravado fora do
Brasil, “Siga o Sol” foi quase todo gravado e mixado em New York
refletindo bem o momento e o amadurecimento do grupo.
No final nos anos 90 a banda grava o “Bis acústico”
apresentando aos fans grandes sucessos da banda no formato acústico e
também canções inéditas como “Sonhando o Futuro”.
Em 2000 a banda grava com o grupo “Boca Livre” um
belo trabalho ao vivo “14bis e Boca Livre ao vivo” com clássicos das
duas bandas.
Em 2004 o 14 lança mais um disco de músicas
inéditas, “Outros Planos” onde a banda mostra novas parcerias e belas
músicas como “Outono”, “Canções de Guerra” e “Constelações” entre muitas
outras.
O trabalho mais recente é o CD e DVD “14BIS ao
vivo”, primeiro DVD da banda contendo seus grandes sucessos e trazendo a
participação de Flávio Venturini, Beto Guedes, Rogério Flausino e
Marcus Vianna.
Os planos para o futuro breve são o remix do CD
“Outros Planos” com a adição de duas canções inéditas e a comemoração
dos 30 anos da banda com a volta de Flávio Venturini para a gravação de
um CD e DVD de sucessos da banda e de inéditas do grupo compostas
especialmente para comemorar estes 30 anos de sucesso.
JOSÉ AUGUSTO BARROS, JORNALISTA E EDITOR DE VARIEDADES DO JORNAL DIÁRIO GAÚCHO, EDITA HÁ POUCO TEMPO A COLUNA "ESCUTA ESSA", TODAS AS SEXTAS-FEIRAS NO DG. O COMPENTENTISSIMO JORNALISTA POSSUI AINDA UM BLOG NO CLIC RBS COM O MESMO NOME, E PRODUZ MATÉRIAS PARA A REVISTA DIÁRIO + NOVELAS. ZÉ AUGUSTO AINDA, E O AUTOR DA COLUNA "ESTRELAS DA PERIFERIA", UM GRANDE SUCESSO DO DIÁRIO GAÚCHO. SUCESSO SEMPRE ZE........TU MERECE !!!! UM GRANDE JORNALISTA, NUM GRANDE JORNAL.......E DA MAIORIA.
HOJE, TIVE OPORTUNIDADE ATRAVES DO MARIO, DE UMA PREVIA DO REPERTORIO DO NOVO CD DO BRILHA. COM CERTEZA, UM DOS MELHORES DA CARREIRA DA BANDA. "MUITA LENHA" , PRA QUEIMAR NESTE NOVO TRABALHO. AGUARDEM !!! EM BREVE PELA GRAVADORA VERTICAL , O NOVO CD DO BRILHA SOM, REFERENCIA NO SEGMENTO.
Os Carpenters foram uma dupla musical da década de 1970, composta pelos irmãos Karen (1950-1983) e Richard Carpenter (1946). Com seu estilo melódico, eles levaram à parada de sucessos muitas canções no Top 40 da música americana, tornando-se representantes do soft rock e se incluindo entre os artistas mais representativos da década[1]. Embora fossem referidos como "The Carpenters", sendo "the" o artigo definido em inglês, o nome oficial do duo era simplesmente "Carpenters"[2]. Durante a década de 1970, quando bandas de rock
pesado faziam muito sucesso, Richard e Karen produziram uma música
suave e bem distinta daquilo, o que os colocou entre os artistas que
mais venderam discos em todos os tempos [1][3].
Durante sua carreira de aproximadamente 14 anos, os Carpenters
gravaram 11 álbuns, cinco dos quais continham músicas que atingiram o Top 10 das paradas. Fizeram turnês nos Estados Unidos, no Reino Unido, no Japão, na Austrália, nos Países Baixos e na Bélgica. A carreira da dupla chegou ao fim com a morte de Karen em 1983 de parada cardíaca em função de complicações da anorexia nervosa. A cobertura jornalística dada ao fato na época aumentou a consciência da opinião pública sobre as consequências das disfunções alimentares[4][5].
Nascidos em New Haven, Connecticut, Estados Unidos, (Richard Lynn Carpenter em 15 de outubro de 1946, e Karen Anne Carpenter em 2 de março de 1950[6]), os irmãos Carpenter mudaram-se com seus pais - Harold (1908-1988) e Agnes (1915-1996) - para a Califórnia no verão de 1963 e se estabeleceram em Los Angeles, no subúrbio de Downey. Richard desenvolveu seu interesse pela música desde criança,
tornando-se um prodígio do piano (ele próprio declararia mais tarde que
gostava muito de ouvir a coleção de discos de 78rpm de seu pai[7]). A mudança para o Sul da Califórnia foi feita com vistas ao favorecimento de sua carreira. Karen, enquanto isso, não manifestou seus talentos musicais até a escola secundária seus interesses estavam nos esportes, tais como o softball, embora passasse muito tempo ouvindo música[7]. A partir de uma fase posterior da adolescência, Karen juntou-se à banda e logo assumiu a bateria, após ter tentado infrutiferamente tocar outros instrumentos musicais.
Década de 1960
Durante a metade dos anos 1960,
Richard e Karen tentaram lançar uma carreira musical, mas não obtiveram
sucesso até o final dessa década. Em maio de 1966 Karen se juntou a
Richard em uma sessão musical noturna no estúdio de garagem do baixista
Joe Osborn, onde Richard estava para acompanhar o teste de uma
vocalista. Quando lhe pediram que cantasse, Karen o fez e ganhou um
contrato de curta duração como artista-solo no selo de Osborn, o Magic Lamp. O single
produzido incluiu duas das composições de Richard, "Looking for Love" e
"I'll Be Yours", mas o selo logo acabou. Durante este período a dupla,
com o baixista Wes Jacobs, formou o Richard Carpenter Trio em trio de jazz instrumental, que ganhou a Batalha das Bandas no Hollywood Bowl em 1966, mas foi recusado pela RCA, que duvidou do potencial comercial da banda.
Os irmãos logo se juntaram a quatro estudantes de Música da Universidade do Estado da Califórnia em Long Beach e formaram o sexteto Spectrum[8]. Embora fizessem apresentações[9], não fecharam contrato com nenhuma gravadora. Mas a experiência se mostrou produtiva: Richard encontrou em seu colega John Bettis um letrista para suas composições.
Após o fim do Spectrum, os Carpenters decidiram continuar como dupla com Richard no piano,
Karen na bateria e ambos como vocalistas. Contratados para tocar em uma
festa no lançamento de um filme em 1969, a estrela desse filme, Petula
Clark, apresentou-os ao músico e dono da A&M Records
Herb Alpert, com quem a dupla assinou um contrato pela gravadora em 22
de abril de 1969. À época Karen ainda não tinha idade legal (estava com
19 anos) para assinar o contrato: os pais tiveram de assinar
conjuntamente[1][10] com ela.
Seu primeiro disco, Offering, tinha várias composições de Richard no tempo Spectrum e uma canção de muito sucesso dos Beatles, Ticket to Ride, que se transformou em um sucesso dos Carpenters a ponto de se tornar o título do álbum outrora denominado Offering, o que aumentou as vendas.
Década de 1970
Os Carpenters estouraram nas paradas de sucesso em 1970 com a canção de Burt Bacharach e Hal David, (They Long to Be) Close to You (do disco de mesmo nome), que atingiu o topo e nele ficou por quatro semanas[11]. A gravação seguinte, "We've Only Just Begun", atingiu o segundo lugar e se tornou o maior sucesso da dupla no final de 1970.
Vários sucessos mantiveram a dupla nas paradas no início da década, como "For All We Know"[12], "Rainy Days and Mondays"[13], "Superstar", Hurting Each Other", "It's Going to take some time" e "Goodbye to Love", "Sing" Yesterday Once More", dos álbuns Carpenters (1971), A Song for You (1972) e Now and Then
(1973). "Top of the World" atingiu o topo das paradas em 1973. O álbum
com os melhores sucessos entre 1969 e 1973 se tornou um dos mais
vendidos da década, com mais de 7 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos.
Durante a primeira metade dos anos 1970, a música dos Carpenters foi um elemento principal das paradas Top 40. O duo produzia um som diferente com a voz de contralto
de Karen no vocal principal, e ambos os irmãos nos vocais de fundo com
harmonias densas. Ao seu papel como vocalista, pianista, tecladista e
arranjador, Richard adicionou o de compositor em várias canções.
Progressivamente, Karen deixou de ser a baterista do grupo, função
desempenhada por outros bateristas, tais como Hal Blaine.
Para promover suas canções, a dupla manteve uma inacreditável agenda
de apresentações e aparições na televisão. Em 1973, aceitaram um convite
para se apresentar na Casa Branca para o presidenteRichard Nixon e o chanceler da Alemanha OcidentalWilly Brandt.
A popularidade dos Carpenters frequentemente confundia os críticos.
Com suas baladas doces e suaves, muitos diziam que o som do duo era
meigo, piegas e meloso, enquanto a indústria fonográfica os premiava com
Grammys (foram três).
Entre 1973 e 1974 não houve muito tempo para lançar material novo.
Como resultado, os Carpenters não lançaram disco novo em 1974. No início
de 1975 fizeram uma versão de um sucesso das Marvelettes, "Please Mr. Postman",
que atingiu o primeiro lugar das paradas mas foi último a tingir esse
posição. No mesmo ano "Only Yesterday" foi lançada, e entre 1975 e 1976
foram lançados os discos Horizon e A Kind of Hush. Mas a essa altura as canções não faziam mais o sucesso de antes, tanto que "Goofus" nem chegou ao Top 40.
O álbum mais experimental Passage, lançado em 1977,
representou uma tentativa de se aventurar por outros gêneros musicais
com canções como "Don't Cry for me Argentina" da "ópera rock" Evita, "All You Get Form love is a Love Song", uma mistura de rock latino, com calipso e pop, além da intergaláctica "Calling Occupants of Interplanetary Craft", com acompanhamento de coral e orquestra.
Mesmo com os insucessos na parada americana, a dupla continuou a ser popular. Em 1978, foi lançado o álbum natalinoA Christmas Portrait se tornou um clássico de Natal (houve um outro disco natalino, denominado An Old-Fashioned Christmas,
lançado em 1984, após a morte de Karen). Os Carpenters também fizeram
três especiais de televisão, dos quais participaram outros artistas como
Ella Fitzgerald e John Denver.
No meio da década de 1970, o excesso de turnês
e as longas sessões de gravação começaram a cobrar caro da dupla o
esforço e contribuíram para as dificuldades profissionais enfrentadas no
final dessa década. Karen fazia dietas obsessivamente e desenvolveu anorexia nervosa,
a qual se manifestou pela primeira vez em 1975, quando uma exausta e
enfraquecida Karen foi forçada a cancelar apresentações no Reino Unido e no Japão.
Richard, enquanto isso, desenvolveu dependência de soníferos, que
começaram a afetar seu desempenho no final dos anos 1970 e levaram ao
fim das apresentações ao vivo da dupla em 1978 e à sua internação em uma
clínica.
No início de 1979, Karen, não desejando permanecer parada enquanto
seu irmão se recuperava na clínica, decidiu gravar e lançar um álbum
solo com o produtor Phil Ramone em Nova York. Seu disco (Karen Carpenter) tinha um estilo mais adulto e disco, em um esforço para mudar sua imagem. O resulta